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quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

Shemot - Parashat

 Nossa Parashá nos conta sobre a descida do nosso povo ao Egito que começa com a descida de Yaakov e seus filhos


O Ari Zal nos conta que até a época de Yaakov nosso povo não pôde se formar devido ao nível espiritual em que nossas Almas se encontravam, como está escrito mais para frente: “tirar um povo de dentro de outro”.Ou seja, eles estavam em um nível espiritual tão baixo que são comparados ao povo de onde saíram


No Egito começou o conserto do nosso povo, começando pelos filhos de Yaakov e se estendendo à sua descendência


O povo de Israel ficou 210 anos no Egito, dentre eles 130 eram para o conserto das Almas Divinas que Adam a Rishon trouxe ao mundo nos 130 em que esteve separado de Havá e se relacionou nesse período com duas demônias .


Nessas relações ele trazia Almas Divinas de um nível muito alto chamado de “Daat”, e por não existir uma mulher material nessas relações, aquelas Almas Divinas se revestiam em corpos de demônios criados pelas próprias demônias com quem ele se relacionou


Posteriormente essas Almas Divinas nasceram como seres humanos, e se tornaram uma geração na qual por suas atrocidades causaram o dilúvio mas morreram felizes antes do dilúvio, e aqui na nossa Parashá esses grandes criminosos nascem como doces crianças judias no Egito e são jogados no Rio Nilo pelo decreto do faraó.


Dessa maneira essas Almas Divinas chegam ao seu conserto, e depois de 130 anos de exilio no Egito, anos que são relacionados à descida daquelas Almas da época em que Adam se separou de Havá, Moshe Rabeinu nasce, e quando é colocado no Rio Nilo o decreto do faraó termina, porque a retificação dessas Almas já terminou


Aquelas Almas também tinham passado por uma reencarnação aonde eles construíram a torre de Bavel, e por isso na nossa Parashá o faraó escraviza nosso povo para construir Pitom e Ramsés


A regra Divina é de que D’us faz acontecer as coisas boas do mundo por meio das pessoas boas e as coisas ruins por meio das pessoas ruins.


As coisas ruins pelas quais passamos purificam nossa Alma, mas isso não as transforma em coisas boas e nem a pessoa que a fez em pessoa boa, mesmo tendo causado para nós ocultamente um bem imensurável


Por isso o faraó foi escolhido lá de cima para nos fazer todos esses sofrimentos, sendo que ele ganhou lá em cima o “concurso Divino” de “pessoa ruim da geração”, incluindo o grande  “prêmio”, ou seja, o grande castigo que ele levou mais futuramente por ter nos causado todo aquele sofrimento.


Mas a Parashá termina com a promessa Divina da nossa Gueulá. Com a promessa Divina de que sairemos do Egito definitivamente.


Fonte: Rabino Gloiber

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