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segunda-feira, 7 de março de 2016
BÊNÇÃOS ANTERIORES AO ALIMENTO
Há seis diferentes bênçãos, cada qual começando com as mesmas palavras: "Baruch Ata, A-donai, E-lo-hê-nu Melech Haolam..." (Bendito és Tu, o Eterno, nosso D-us, Rei do Universo...") e concluindo com as palavras relacionadas ao tipo de alimento que vai ser ingerido.
Segue-se uma transliteração de cada bênção em hebraico, com exemplos dos alimentos que a requerem:
1) - BARUCH ATÁ, A-DO-NAI, E-LOHÊ-NU MELECH HAOLAM, HAMOTSI LECHÊM MIN HAARÊTS. (Bendito és Tu, ó Senhor nosso D-us, Rei do Universo, que extrai pão da terra.)
Exemplos: pão, beiguels, Chalá, Matsá, pita e pães feitos de um dos seguintes cinco grãos: trigo, cevada, centeio, aveia ou espelta. Nota: muitos dos alimentos acima, especialmente Beiguels, pitas e pães doces, podem requerer uma bênção de Mezonot, dependendo dos ingredientes.
2) - BARUCH ATÁ, A-DO-NAI, E-LOHÊ-NU MELECH HAOLAM, BORÊ MINE MEZONOT. (Bendito és Tu, ó Senhor nosso D-us Rei do Universo que cria varias espécieis de sustentos)
Exemplos: bolos, cereais, biscoitos, bolinhos, roscas e massas se feitos de um ou mais dos cinco grãos listados na primeira bênção.
3) - BARUCH ATA, A-DO-NAI, E-LOHÊ-NU MELECH HAOLAM, BORÊ PERI HAGÁFEN. (Bendito és Tu, ó Senhor nosso D-us, Rei do Universo, que cria o fruto da vinha.)
Exemplos: vinho e suco de uva.
4) - BARUCH ATÁ, A-DO-NAI, E-LOHÊ-NU MELECH HAOLAM, BORÊ PERI HAÊTS. (Bendito és Tu, ó Senhor nosso D-us, Rei do Universo, que cria o fruto da árvore.)
Exemplos: Todas as frutas de árvores permanentes, tais como maçãs, laranjas, pêssegos, etc., mesmo se essas frutas forem secas; também uvas, uva-passas e todas as nozes, com exceção de amendoim.
5) - BARUCH ATÁ, A-DO-NAI, E-LOHÊ-NU MELECH HAOLAM, BORÊ PERI HAADAMÁ. (Bendito és Tu, ó Senhor nosso D-us, Rei do Universo, que cria o fruto da terra.)
Exemplos: Todos os leguminosos que crescem na terra, incluindo amendoim e algumas frutas, tais como banana, melão e abacaxi.
6) - BARUCH ATA, A-DO-NAI, E-LOHÊ-NU MELECH HAOLAM, SHEHACÔL NIHYÁ BIDVARÔ. (Bendito és Tu, ó Senhor nosso D-us, Rei do Universo, que tudo vem a existir por Seu verbo.)
Exemplos: doces, laticínios, ovos, peixe, líquidos, carne, cogumelos e tudo o que não estiver incluído nas cinco bênçãos anteriores. Nota: as bênçãos acima se aplicam a alimentos em sua forma básica; entretanto, elas podem variar quando esta forma for modificada através de processamento ou quando os alimentos são combinados.
Baruch Hashem, Ha Kadosh Baruch Hu!
terça-feira, 22 de setembro de 2015
Radio Ushemo Echad não funcionará Hoje em Yom Kipur 5776
domingo, 13 de setembro de 2015
Shana Tova uMetuka - Bênçãos para um ano bom e doce Novo!
Nossos sábios nos ensinam que Rosh Hashana marca o sexto dia da criação, o dia em que adam harishon - o primeiro homem - foi criado. O lugar especial não era outro senão o que viria a ser conhecido como o Monte Moriá. Aprendemos também que foi neste mesmo lugar que Adam primeiro pecado e se arrependeu.
Aqui, ele construiu um altar e apresentou uma oferta. Cerca de vinte gerações mais tarde, foi aqui que o anjo suspendeu a mão de Avraham na ligação de Yitzchak. Foi aqui que o carneiro apareceu, proporcionando Avraham com os meios através dos quais para expressar seu amor por D'us.
Rosh Hashaná é o dia que nós reconhecemos a soberania de D'us o Rei, Criador do universo e Juiz de toda a humanidade. O dia em que "todos os seres passar diante dele como concurso ovelhas", a mensagem de Rosh Hashana é verdadeiramente universal: cabe toda a humanidade a aceitar a nós mesmos de D'us soberania, e ter em conta de nossos pensamentos e ações, tendo em vista este reconhecimento incrível.
As trombetas e shofarot soaram antes da entrada para o Kodesh - Santuário - do Templo Sagrado em Rosh Hashana são lembretes de D'us domínio. O som do shofar - igualmente soprado nos degraus do Santuário, emana da própria respiração, a respiração que vem de dentro de nós, onde foi colocada, pela primeira vez, por D'us, em Adão, no sexto dia.
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015
Nova Pagina de Estudos - Torah em Audio
domingo, 11 de janeiro de 2015
MÚLTIPLOS "EU"? O QUE AFINAL VOCÊ É?
de se autoquestionar. Elas libertam seu imaginário, apreciam os movimentos do
autofluxo, são criativas, motivadas, inspiradas e também capazes de criticar suas ideias, verdades, crenças.
estão muito próximos de alguém que tem um EU desconectado. Tais pessoas não perderam os parâmetros da realidade, não estão em surto psicótico, mas, por serem viajantes na trajetória da própria mente, alternam com muita facilidade momentos felizes e de tensão.
Não poucas pessoas inteligentes, incluindo muitos gênios, têm um EU viajante.
Mas, por serem desconectadas da realidade, infelizmente não usam adequadamente seu potencial intelectual.
São indivíduos sonhadores, mas sem disciplina para transformar seus sonhos em realidade. São ótimos para discursar, mas não são produtivos. Amam os aplausos, mas não gostam de afinar o piano, carregá-lo e tocá-lo.
Há muitas pessoas que têm um EU desconectado e são afetivas, generosas, calmas, mas em não poucos casos há um egoísmo e um egocentrismo na base de sua desconexão. Pouco se preocupam com a dor do outro e, por isso, têm poucas atitudes práticas para aliviá-la. São ótimas para falar, mas tardias em agir.
Elas têm grande potencial criativo, mas são seus próprios punidores, não sonham, não se inspiram, têm pavor de ser abertas e pensar em outras possibilidades.
si mesmas. Um EU com essas características precisa desesperadamente aprender a ter um caso de amor com suas qualidades.
a comer compulsivamente. Parece que só se sentem vivas se estão se punindo.
dá uma nova chance.
tropeça, claudica ou não corresponde a suas altíssimas expectativas.
Algumas pessoas são serenas quando ancoradas em determinado núcleo de habitação; fora dele, tornam-se estúpidas. Há pessoas que são fortes e seguras numa determinada situação, mas, em outra, se intimidam como uma criança diante de uma fera. Se as plataformas forem qualitativamente muito diferentes umas das outras, as características também o serão.
Uma pessoa pode ter um EU acelerado e, para piorar sua saúde emocional, ter também um EU engessado, autossabotador ou desconectado com o meio ambiente. Ou seja, além de o sujeito ser inquieto, agitado, é também rígido, emocionalmente instável e, ao mesmo tempo, seu pior inimigo, carrasco de si mesmo, pessimista e mal-humorado.
Apesar de a postura do EU revelar níveis de criatividade, maturidade, resiliência, capacidade de se adaptar às mudanças, de proteger a psique e de superar conflitos, não podemos nos esquecer de que, em psiquiatria e psicologia, nada éimutável. O psiquismo humano pode passar por um processo de transformação, em especial se o EU se reciclar e se tornar um construtor de plataformas de janelas
light, enfim, um edificador de novos núcleos de habitação no córtex cerebral.
possuir uma mente livre e uma emoção saudável.
mesa-redonda do EU, a proteção da emoção, a resiliência, para assumir o script da nossa história.
Todavia, jamais podemos nos esquecer de que em psiquiatria, psicologia, sociologia e ciências da educação não existem soluções mágicas. É necessária uma nova agenda para formar núcleos de habitação do EU. São necessários exercícios educacionais diários. Devemos nos lembrar sempre desta tese: se a sociedade nos abandona, a solidão é tratável, mas, se nós mesmos nos abandonamos, ela é quase incurável.
Antes de examinarmos esses questões produndas e abstratas, vamos dar uma olhada nos aspectos concretos e evidentes de uma pessoa. Por exemplo, vamos abordar questões da observação mais simples até uma mais complexa. Olhe para sua mão. Ela abre e fecha; obedece a todas as suas ordens que a sua mente lhe envia. É sua – faz parte de você.
O que acontece quando você ordena à sua mão que fique aberta ou fechada?
De que modo a sua mente quer que a sua mão se abra?
Quem está dizendo a sua mão que ela deve fechar-se?
Se eu tivesse pedido ao Dr. Philip Blaiberg que apontasse para si mesmo, ele teria apontado para o seu peito? Esse coração, transplantado de outro ser humano, era realmente parte dele?
O que acontece com toda essa “informação”?
“O pó volta para a terra como era, mas o espírito volta a D-us, que o deu.” (Cohélet [Elesiastes] 12:7). O significado é bastante literal. O corpo, inclusive o cérebro físico que, pelo menmos na teoria, pode ser descartado ou trocado, volta ao pó da terra, mas a personalidade, a alma, permanece viva na memória de D-us, no pensamento eterno de D-us (Hacadosh Baruch hu). Esta alma, que conservará a sua identidade para sempre, é a pessoa essencial. ESTE É O VERDADEIRO VOCÊ!
- Augusto Cury;
- Aryeh Kaplan – Encontros entre o Céu e a Terra – Editora Maayanot
quarta-feira, 31 de dezembro de 2014
MITZVAH POSITIVA DO TIPO FAÇA NUMERO 12
No original:
A instrução da Torá no diz apenas que devemos "devem ser como lembrança entre os olhos". Os detalhes de como devem ser escritos, preparados, encaixados foram transmitidos através da Tradição Oral, a partir de Moshê (Moshé) que recebeu todos os detalhes do procedimento diretamente do Eterno D-us (Bendito Seja) até que foram anotados pelos sábios na Mishná, no Talmud e no Shulchan Aruch, para que não fossem perdidos.
A "de-cabeça" é colocada acima da testa, de maneira a pousar sobre o cérebro. Contém quatro divisões com pergaminhos sobre os quais estão escritas quatro passagens da Torá.
- Shemá Israel - Proclama a Unidade Divina, base fundamental da fé judaica: descreve a ordem Divina de colocar os Tefilin sobre a mão e a cabeça.
- Vehayá Im Shamoa - Expressa a promessa de D'us, da compensação que nos advirá da observância dos preceitos da Torá e o aviso da retribuição pela desobediência aos mesmos
- Cadêsh Li - O dever de Israel de sempre relembrar a redenção da escravidão no Egito.
- Vehayá Ki - Recorda o dever de cada pai judeu de ensinar a seus filhos todos estes temas.
domingo, 28 de dezembro de 2014
O Primeiro e mais difícil Exílio
A nação judaica passou por quatro exílios. O primeiro no Egito, o segundo na Babilônia, o terceiro na Assíria. O quarto e último exílio é aquele onde estamos nos últimos dois mil anos, o "exílio de Edom". (Edom significa Roma, e simboliza os países do mundo ocidental).
A porção Vayigash da Torá delineia o início da jornada do povo judeu ao exílio. D'us apareceu a Yaacov e prometeu: "Eu descerei com você ao Egito, e certamente o farei subir novamente."
Animado com essa promessa, Yaacov e seus filhos desceram ao Egito e começaram a estadia de 210 anos do povo judeu naquele país. Em muitos aspectos o exílio no Egito foi o mais difícil de todos; ocorreu antes da Outorga da Torá, que concedeu às futuras gerações a força para tolerar o sofrimento. E também, como ocorre com outras experiências dolorosas, a primeira vez que a ferida ocorre é sempre a mais profunda e a mais difícil de superar.
Além disso, o exílio dos judeus no Egito diferiu dos exílios futuros porque todos os judeus estavam envolvidos. Os exílios posteriores encontraram os judeus dispersos em todo o mundo, assegurando que toda vez que os judeus fossem discriminados em um país, houvesse outras terras nas quais pudessem desfrutar relativa liberdade, e pudessem ajudar seus irmãos.
Além disso, o próprio Egito era um país que apresentava dificuldades específicas. Não somente era espiritualmente corrupto, como nossos Sábios o descrevem como um país fortificado do qual nem um único escravo conseguia escapar.
O primeiro e mais difícil exílio serviu a um propósito positivo – agir como preparação para a Outorga da Torá no Monte Sinai. O Egito foi a provação na qual a nação judaica foi purificada e tornada digna da Torá.
Aprendemos isso do nome hebraico para Egito, Mitzrayim, que vem da palavra que significa "limitação" e "constrição". Quando o fluxo da água é bloqueado artificialmente colocando-se uma obstrução no seu caminho, a água flui ainda mais fortemente por causa do obstáculo temporário. Quando alguém segura o polegar na boca da torneira para obstruir parcialmente o fluxo, a água sai ainda mais fortemente da torneira.
Assim é o Divino propósito do nosso exílio, descobrir em cada judeu as forças ocultas e os depósitos de fé que estão na alma judaica. As dificuldades e pressões do exílio fazem estas qualidades interiores e o auto-sacrifício serem revelados.
A experiência do exílio pode ser usada em nosso maior benefício – para fortalecer nosso compromisso com a Torá e mitsvot. Assim como os judeus terminaram por deixar o Egito vitoriosos e com "grande riqueza", que sejamos dignos de trazer a Era Messiânica, agora.
Fonte: pt.chabad.org

